Prepare seu time de vendas imobiliárias com essas 4 dicas

0 comments / fevereiro 23, 2015

Segundo estudo elaborado pela Fundação Getúlio Vargas, existe um déficit de 5 milhões de moradias no Brasil com previsão de chegar a 20 milhões até 2024. Isso indica o enorme potencial do mercado imobiliário nas camadas mais populares e se amplia ao passo que a situação econômica também melhora em outras camadas.

De 2005 para cá o mercado imobiliário brasileiro tem experimentado um crescimento significativo, apoiado principalmente na oferta de crédito e juros mais baixos, o que capacita pequenos investidores a comprarem.

Isto fez que uma quantidade maior de novos profissionais, alguns deles inexperientes e despreparados, chegasse ao setor. Ao mesmo tempo, uma parte dos mais experientes precisam “recalcular a rota”: muitos deles estão em descompasso com as novas técnicas de vendas, estão estagnados em seus métodos de abordagem e cheios de vícios comportamentais.

Como gestor é necessário equalizar os conhecimentos da sua equipe de vendas, treinando-os segundo as melhores práticas do mercado. Alguns pontos são imprescindíveis e a partir deles já é possível iniciar um ótimo trabalho de equalização do time de vendas.

Conheça os atributos de seus profissionais

Esse é o ponto de partida para treinar bem sua equipe e ter dela uma boa atuação. É essencial diagnosticar quais características e conhecimentos que precisam ser aperfeiçoados, perfis de senioridade e quais suas principais habilidades. Com isto, você posiciona suas peças-chave pensando na estratégia de vendas, na melhoria do ambiente organizacional, em treinamentos. Realize entrevistas, dinâmicas em grupo e workshops, avalie-os e desenvolva os seus talentos.

Treine as habilidades técnicas de vendas

Promova treinamentos focados no que eles precisam no dia a dia. Por exemplo, métodos de organização, PNL, qualificação de oportunidades e argumento de vendas, são algumas das nossas sugestões. Tudo isso ajudará a aumentar suas conversões. Existem muitos conteúdos e teorias que podem contribuir significativamente para profissionalizar seu time de vendas imobiliárias.

Há diversos cursos online por bons preços ou mesmo gratuitos, o que é uma vantagem, já que o conteúdo fica disponível 24h. O profissional fica à vontade para adequar o aprendizado à sua rotina e tempo disponível.

Deixe claras as responsabilidades e metas da sua equipe

Uma das maneiras de conseguir uma equipe mais produtiva é estabelecer metas. Para manter a equipe desafiada, elas precisam ser de curto e longo prazos. Ao mesmo tempo, dê autonomia, esclareça até onde eles podem ir numa negociação, dê espaço para ouvir ideias. É importante dar subsídio e realizar um plano possível de ser cumprido, caso contrário o efeito será o oposto: um clima de descrença e derrota pode abater seus profissionais.

Faça da avaliação um processo constante

Desde o início é essencial que a equipe receba feedbacks periodicamente. Essa é uma maneira de equalizar os objetivos da empresa e clientes, desenvolver o que está faltando e potencializar o que já existe e, ao mesmo tempo, estimular a autoavaliação.

Mesmo em um mercado com ótimas perspectivas, sempre é preciso se diferenciar para ocupar as melhores posições na área.

Construção Civil: Notícias da Semana

0 comments / fevereiro 20, 2015

SindusCon-SP defende reforma microeconômica para a retomada do crescimento do setor da construção civil

Durante reunião de conjuntura sobre o desempenho e as perspectivas do mercado da construção civil realizada na última terça-feira (10), o presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), José Romeu Ferraz Neto, defendeu a adoção de providências adicionais, além das medidas de ajuste fiscal anunciadas pelo Governo Federal, para a retomada do crescimento econômico do setor.

Para Ferraz Neto, “os governos precisam acabar com os atrasos dos pagamentos das obras de infraestrutura e habitação popular, colocar em dia os cronogramas de execução que foram adiados e retomar a concessão de financiamentos. O mesmo vale para o programa Minha Casa, Minha Vida, que ainda não iniciou a contratação das prometidas 350 mil unidades habitacionais da fase 2 e nem iniciou a fase 3”.

A entidade defendeu ainda medidas como a retomada das concessões de obras públicas e de Parcerias Público-Privadas (PPPs) com atratividade e garantias de cumprimento dos contratos, e o reforço dos financiamentos de bancos privados para a expansão da infraestrutura.

“Não podemos nos acomodar com a perspectiva de crescimento zero do PIB neste ano. A situação é grave e se o governo não reagir, estimulando setores que impulsionam o desenvolvimento como o da construção, ela pode se agravar mais ainda”, afirmou Ferraz Neto.

O vice-presidente de Economia do SindusCon-SP, Eduardo Zaidan, por sua vez, defendeu que os governos realizem reformas microeconômicas. “Precisamos destravar tudo o que bloqueia o aumento da produtividade, como o excesso de burocracia em aprovações de empreendimentos imobiliários, dificuldades nos registros de imóveis e falta de flexibilidade na legislação trabalhista”, opinou.

Fonte: Construção Mercado

 

Mercado imobiliário está cheio de oportunidades, diz estudo

Um estudo da consultoria Prospecta Inteligência Imobiliária, divulgado com exclusividade para EXAME.com, revela as 100 melhores cidades com menos de 1 milhão de habitantes para investir em imóveis no país. De acordo com o resultado, São Bernardo do Campo, na região do ABC, no estado de São Paulo, é a cidade com mercado imobiliário mais atrativo do Brasil.

Na segunda posição do ranking está Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul e em terceiro lugar aparece Santo André, também no ABC. Para mostrar quais são as cidades com maior potencial, a consultoria, que tem base em Maceió, desenvolveu um indicador que analisa a atratividade dos municípios a partir do cruzamento de uma série de variáveis.

O estudo é inovador na medida em que utiliza dados de demanda para observar as oportunidades de investimento, em vez de focar na oferta, como é a praxe na maioria das análises imobiliárias. A Prospecta analisou 94% das cidades brasileiras para chegar às conclusões do P2i-Lead. “O objetivo do indicador é conduzir os investidores e empresários a lugares que são atrativos, mas ninguém está olhando”, afirma Cristiano Rabelo diretor de Novos Negócios da Prospecta.

Segundo ele, as cidades mais populosas não foram incluídas no ranking justamente porque o indicador visa destacar as regiões que estão com crescimento latente. “Algumas capitais já estão com um certo nível de saturação e o objetivo é entender o que despontaria como oportunidade para investimentos”, diz Rabelo.

Fonte: EXAME.com

 

Novos aluguéis sobem em janeiro, mas ficam abaixo da inflação

O valor de novos aluguéis teve alta em janeiro na comparação anual, mas ficou abaixo da inflação no período segundo duas pesquisas divulgadas nesta quinta-feira, que ressaltaram dificuldades para o mercado imobiliário diante de um ano de piora do cenário econômico.

O índice FipeZap para locação de imóveis em nove cidades brasileiras cresceu 2,38 por cento em janeiro ante o mesmo período de 2014, enquanto a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Amplo (IPCA) subiu 7,14 por cento no mesmo período.

“Há uma queda de preços em termos reais, apesar da variação nominal ainda positiva. Em termos positivos, morar de aluguel hoje está mais barato do que outros preços”, disse à Reuters o coordenador da pesquisa, Eduardo Zylberstajn.

O levantamento também mostrou que em janeiro de 2015 o retorno médio com aluguel – que considera a relação entre preços de venda e locação – foi de 4,8 por cento ao ano, enquanto a taxa de juros real no Brasil ficou em 5,4 por cento.

“Tudo indica que 2015 vai ser um ano muito difícil (…) O mercado imobiliário está em compasso de espera. Tudo indica que vai ser um ano bastante difícil, de pressão para baixo do lado da demanda”, disse.

Zylberstajn mencionou a deterioração de indicadores como confiança dos empresários e do consumidor, além de uma piora rápida no mercado de trabalho, que terão efeito sobre o mercado de imóveis.

De acordo com o índice FipeZap para locação, o preço médio anunciado por metro quadrado nas cidades pesquisadas em janeiro foi de 34 reais por mês, sendo o mais caro no Rio de Janeiro (41 reais), seguido por São Paulo (37 reais por mês).

No sentido oposto, o aluguel mais barato apurado na pesquisa foi em Curitiba, ao preço médio de 16 reais por mês o metro quadrado.

A Pesquisa Mensal de Locação do Secovi-SP, sindicato de habitação de São Paulo, também divulgada nesta quinta-feira, mostrou que o valor dos aluguéis na capital paulista teve alta de 2,1 por cento em janeiro em relação ao mesmo período de 2014, quando a variação havia sido de 9,26 por cento.

“Pelo quarto mês consecutivo, os valores de locação ficaram abaixo do IGP-M. Muito provavelmente continuarão assim nos próximos meses”, disse em nota o diretor de locação do Secovi-SP, Mark Turnbull.

Fonte: DCI

Construção Civil: notícias da semana

0 comments / fevereiro 13, 2015

Emprego na construção civil cai em 2014 após 2 anos em alta

O nível de emprego civil brasileira caiu 0,51%, em 2014, depois de ter registrado altas de 3,02% em 2012 e 1,54%, em 2013.

Foram fechados 18 mil postos de trabalho com carteira assinada e, com a queda, a base de empregados atingiu em dezembro 3,285 milhões.

Os dados são de pesquisa feita pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Apenas em dezembro, o setor eliminou 163,8 mil vagas o que significou recuo de 4,75% em comparação ao mesmo mês de 2013. Já em relação ao mês anterior, em novembro, foi constatada queda de 4,34% e saldo negativo de 149.030 empregos.

Fonte: Portal Exame


Construção civil espera recuperação no 2º semestre

Apesar do desaquecimento da economia brasileira, no ano passado, ter atingido o setor da construção civil, com demissões e adiamento de lançamentos do setor imobiliário, o momento é de acomodação e otimismo, sinalizou o presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto.

2015 vai ser um ano de acomodação, onde o mercado terá que encontrar o seu equilíbrio e espera-se que o governo federal incentive as concessões, as PPPs (Parcerias Público-Privadas), as obras públicas, e principalmente, cumpra o prometido com relação ao Minha Casa Minha Vida; se isso acontecer haverá um reequilíbrio do número de empregos na área.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul, pg. 002, caderno B

Risco de racionamento causam apreensão no setor imobiliário

O clima é de apreensão entre os empresários do mercado imobiliário. O risco de racionamento de energia elétrica e de água fez surgir um novo temor: a paralisação da construção civil.

O segmento é responsável por cerca de 40% do consumo energético, do qual dependem equipamentos, bombas e elevadores. Também é grande consumidor de água, amplamente utilizada na produção de concreto e na compactação da terra — são gastos cerca de 300 litros na produção de um único metro cúbico de concreto e 200 litros na compactação de um metro cúbico de terreno. Para os empresários, tão preocupante quanto a escassez de energia e de água é a falta de informações dadas pelos governos estaduais e federais sobre a gravidade da situação. Ninguém sabe até quando esses recursos estarão disponíveis nem em que medida. Sem esses dados, não é possível nem sequer traçar planos alternativos o que, no limite, pode resultar em demissões nos próximos meses.

Embora no Brasil o ano só comece depois do Carnaval, 2015 não só começou intensamente como já ganhou torcida para que acabe logo.

Fonte: Cidade sem Fronteiras

Otimize os processos da sua empresa na prática

0 comments / fevereiro 12, 2015

Em um mercado altamente competitivo, melhorar a oferta de sua empresa e a capacidade de atuação é imprescindível. Isso faz com que você consiga criar um bom posicionamento, atingir um número maior de clientes e ainda diminuir suas despesas.

Para se chegar a esses resultados é necessário ter uma equipe bem qualificada, com gestores multidisciplinares em setores estratégicos e um sistema capaz de gerar mais produtividade. Contudo, é ideal desenvolver métodos de otimização, assim suas chances de sucesso nessa empreitada aumentam:

Mapeie o seu negócio

Para melhorar o funcionamento geral de sua empresa você precisa ter uma boa noção de todos os processos dela. Com isso você identifica quais as oportunidades mais viáveis para seu negócio, desenvolve indicadores de desempenho, entende mais sobre sua produção e seus riscos. Pergunte aos gestores das áreas e pessoas chave de cada equipe o que consideram pontos fortes e fracos. Isso pode ajuda-lo a ter insights importantes e avaliar de forma pragmática cada processo, podendo aperfeiçoá-los.

Formalize

Ter apenas um belo discurso sobre como evoluir não resolve a questão. É preciso documentar. Após determinar detalhadamente tudo o que sua empresa precisa, faça manuais detalhados dos pontos a serem implementados, nomeie os responsáveis por área e combine os prazos. Isso ajudará a fazer um gerenciamento conciso e bem orientado do processo, afinal uma equipe alinhada com os objetivos da empresa sabe para onde vai e qual resultado consegue alcançar.

Capacite

O valor de sua empresa também se mede pelo conhecimento do seu time. Para que novos processos deem certo, é indispensável implementar uma maneira nova de fazer as coisas e qualificar sempre mais seus colaboradores. Monte treinamentos, cursos, palestras e incentive sua equipe a apresentar ideias de melhoria. Isso criará um ambiente propício à troca e compartilhamento, o que é saudável para sua organização.

Mantenha os documento atualizados

Aproveitando a reestruturação de processos, é hora de colocar os papeis em dia. Delegue para os responsáveis de cada departamento o controle e apresentação dos documentos. e exija transparência caso algo precise ser resolvido. A realidade empresarial é dinâmica, portanto não admite que questões importantes sejam omitidas.

Utilize a tecnologia a seu favor

Existem dezenas de ferramentas e softwares de gestão disponíveis no mercado, inclusive alguns específicos para incorporadoras, e o custo benefício deles pode ser bastante atrativo para seu modelo de negócio. Caso opte por um SaaS, a solução sai barata para as  empresas e apresentam resultados muito efetivos. Além de diminuírem a burocracia, armazenarem documentos e organizarem os dados, ajudando a gerir melhor as equipes.

Com essas atitudes, seus processos ficarão mais dinâmicos e sua empresa vai chegar aos resultados desejados de uma maneira muito mais simples. Experimente

A integração de processos em uma incorporadora

0 comments / fevereiro 5, 2015

Integrar os processos de uma incorporadora é fundamental para ter um crescimento controlado e ordenado, otimizar a ação dos colaboradores – da contabilidade aos corretores – e também nortear a tomada de decisão dos gestores. Mas fazer isso não é tarefa fácil e existe uma lista de requisitos a serem cumpridos.

O desafio é escolher um sistema ou método que garantam eficiência e deem subsídio para alcançar o resultado esperado de todas as áreas e pessoas envolvidas. Superado esse desafio, as consequências são bastante positivas.

A excelência na gestão

Para a alta gerência, a integração de sistemas proporciona uma visão panorâmica da empresa a partir dos seus relatórios e estatísticas, o que apoia o desenvolvimento de novas estratégias de negócios. Para tanto é imprescindível contemplar e envolver todos os sistemas operantes, que tendem ao modelo Standalone – ou seja, funcionam independentes em suas áreas. Com a integração, a empresa consegue distinguir desde os pontos fortes às vulnerabilidades, desenvolvendo um plano que permita alcançar um nível de excelência sustentável.

Integração melhora o desempenho

A integração de sistemas torna a comunicação unificada e completa, assegurando um gerenciamento mais assertivo. Isso impacta diretamente nas rotinas administrativas ao passo que diminui retrabalho, duplicidades e burocracias. Consequentemente, com os processos bem resolvidos, o foco é direcionado para as oportunidades de negócios e aperfeiçoamento dos serviços, alcançando ótimos resultados.

Planejar para integrar

Para integrar os processos é preciso analisar sistemicamente todos setores e suas funções: como são geridos, como se relacionam e impactam uns nos outros. Com essa avaliação em mãos, o próximo passo é analisar minuciosamente quais os pontos comuns entre as áreas, vulnerabilidades, possíveis correções de rotas e o que deve ser mantido. Depois é planejar como será esse sistema e sua implementação – quais ondas de implantação, quais treinamentos e como inseri-lo na cultura organizacional.

Por fim, é preciso monitorar e medir os resultados obtidos nessa estruturação, principalmente para criar o hábito do trabalho orientado à integração.

Um sistema eficiente pode gerar retorno e alcançar o objetivo estabelecido se os profissionais envolvidos estiverem alinhados com o propósito do projeto. Quando a empresa consegue chegar nesse nível, a melhoria do desempenho é contínua.

Tudo isso refletirá no cliente e ele será o melhor termômetro para medir o sucesso dessas ações. O estudo inicial do cenário será seu parâmetro para comparar se a qualidade de atendimento aumentou, se o prazo para solucionar problemas diminuiu, se a empresa tem conseguido projetar melhor seus produtos, se está mais produtiva como um todo e, claro, mais econômica.

Dificuldades existem para serem superadas

A origem das principais dificuldades de integração está na maneira fragmentada como as empresas lidam com seus departamentos. Outro fator de atenção é como unificar as lideranças, que geralmente têm formações e experiências diferentes. As lideranças  precisam estar atentas e terem uma visão multidisciplinar e abrangente reconhecendo-se como agentes fundamentais nesse processo. À empresa cabe realizar um trabalho conciso de cultura organizacional. Com isso, todos poderão internalizar o objetivo comum e melhorar a comunicação na busca de resultados para a empresa.

Os ambientes estão cada vez mais dinâmicos e as organizações influenciam e são influenciadas sucessivamente pelos diversos fatores com que interagem. Conseguir integrar os processos traz benefícios em todos os níveis e pode alterar substancialmente os resultados de uma incorporadora.

 

4 vantagens de adotar um software na nuvem

0 comments / fevereiro 3, 2015

Na história da T.I., poucas tecnologias tiveram tão boa aceitação como a computação em nuvem. As primeiras empresas a utiliza-la foram Amazon, Google, IBM e Microsoft, abrindo caminho para a popularização do conceito e mostrando a cloud computing como ferramenta possível ao mercado. No Brasil, a oferta comercial iniciou em 2008 e só cresceu desde então.

Independente do tamanho ou segmento da empresa, a computação em nuvem traz benefícios como escalabilidade, dimensionamento de recursos, visão holística do sistema, além de conferir mais flexibilidade de trabalho e agilidade na prestação de serviços — tudo com um baixo custo de implantação e manutenção.

Para obter os resultados desejados por meio desta tecnologia, é necessário escolher a tipologia correta para seu modelo de negócio, já que temos uma série de possibilidades, como Iaas (Infraestrutura como Serviço), PaaS (Plataforma como serviço) e o mais amplamente utilizado no mercado, o SaaS (Software como serviço).

O modelo SaaS é muito interessante por diversos fatores. Um deles é que o fornecedor se responsabiliza por toda a estrutura necessária para o seu funcionamento – servidores, plataformas, atualizações de software. Ainda nesse ponto, os contratos também preveem cláusulas de confidencialidade das informações do cliente, nas quais a contratante tem plenos poderes sobre as informações armazenadas.

Sob o ponto de vista operacional, outros benefícios agregados podem impactar as rotinas de modo positivo ao se utilizar SaaS:

 

Portabilidade

Você pode acessar os dados e processos da sua empresa em tempo real e de qualquer equipamento, mesmo em dispositivos móveis como tablets e smartphones. Muitos softwares em nuvem já possuem aplicativos específicos para esses dispositivos, o que melhora a experiência de uso e torna o trabalho neles mais eficiente. Sob o ponto de vista de operacional, a vantagem está na capacidade de integrar vários setores correlacionados, como o administrativo e vendas ou engenharia e canteiro de obras, permitindo que questões se solucionem com rapidez.

Segurança

O uso de software como serviço representa mais segurança no tráfego dos dados. Primeiro, porque permite hierarquizar níveis de acesso, impedindo que informações confidenciais sejam divulgadas de forma arbitrária, por exemplo. Em caso de situações “catastróficas” no acesso local, as informações estão armazenadas em servidores fora, o que garante a integridade dos dados.

Economia

No sistema em nuvem a empresa paga apenas o valor equivalente ao plano escolhido, utilizando-o por meio de licenças. Para fazer uso do serviço, basta ter condições mínimas para o sistema rodar: um browser ou alguma instalação local – geralmente simples e leve – e uma conexão banda larga com a velocidade indicada. É possível iniciar com poucas licenças e ampliar o número conforme a necessidade e desejo.

Outro ganho econômico é que a prestadora do serviço é quem implementa as melhorias, atualiza o software e presta todo o suporte.

Competitividade

A computação em nuvem permite que as empresas utilizem sistemas de gerenciamento eficientes e econômicos, permitindo que elas foquem recursos e inteligência em seu core business. Com a diminuição da dependência das equipes de TI, elas podem priorizar frentes de trabalho que realmente vão agregar inovação ao negócio, tornando-os mais competitivos. O fato de prestar um serviço mais eficiente e ágil, melhora a qualidade do atendimento e, consequentemente, atrai mais leads.

 

Agora, antes de contratar uma solução em nuvem, mapeie as necessidades reais de sua empresa, pesquise bem as opções disponíveis no mercado e veja demonstrações de produto. Contratar esse tipo de serviço trará mudanças para sua operação, portanto prepare-se para elas.

Como despertar a inovação nos negócios

0 comments / janeiro 31, 2015

Em um cenário de livre acesso e trânsito de informações, a concorrência não se limita mais a determinado território ou nicho. Com isso, é imperativo que as empresas busquem Inovação para se manterem atraentes e competitivas no mercado. Não se nega que o conceito “Inovação” é bastante amplo, portanto é vital encontrar um ponto em que ela possa ser implementada com boas chances de sucesso. Deve ser a pauta principal no planejamento estratégico, pois dificilmente haverá outro meio de manter relevância num mercado tão dinâmico como o contemporâneo.

Muitas organizações se perguntam: por onde começar? Algumas metodologias podem ser adotadas para chegar a boas soluções, como a Open Innovation. Linhas gerais, o modelo se baseia em buscar inspiração em processos, propriedades intelectuais, planejamentos, boas práticas de mercado. Para tanto, é necessário que haja envolvimento de múltiplas áreas dentro da empresa, ao mesmo tempo em que são identificados seus os principais targets de inovação – podem ser produtos, processos, atendimento ao cliente.

Foco na inovação

Definido o alvo de inovação, pode-se partir de um estudo sobre o que é esperado pelo cliente (hoje, muito exigente e bem informado) aliado a um bom benchmarking. O passo seguinte é analisar como superar essa expectativa de maneira criativa, transformando essa novidade em algo perceptível pelo cliente e pelo mercado. Quando essas definições estiverem bem claras, desenhe o processo e monte a equipe para executa-lo – seja com talentos internos ou terceiros. Nesse processo, clientes, empresa e colaboradores são beneficiados. Processos mais otimizados são decisivos para fazer uma boa entrega.

SaaS auxiliando a Inovação

Para colocar a cabeça onde realmente precisa, comece a utilizar ferramentas que facilitem suas rotinas. Adotar um SaaS, por exemplo, pode ajudar em muitos aspectos: esses softwares promovem a integração dos processos com custo menor e gera mais produtividade. Dessa forma, proporciona otimização de tempo, melhor resposta de atendimento e, naturalmente, com processos mais organizados, a empresa será capaz de perceber pontos de melhoria e diagnosticar oportunidades de negócios.

É, também, economicamente viável, uma vez que você pode iniciar a contratação de poucas licenças e ampliar o número conforme a necessidade e desejo. Outra vantagem é que a prestadora do serviço é quem implementa as melhorias, atualiza o software e presta todo o suporte. Trata-se de uma opção atraente tanto para pequenas como grandes empresas.

Profissionais como gatilhos

Ter um ambiente profissional que estimule a criatividade é essencial para geração de novas ideias. A cultura de inovação tem como princípio a troca de percepções entre os profissionais e um pouco ousadia para experimentação.

Gestores que incentivam a participação do time nos processos decisórios e estejam receptivos a referências fora da rotina, são primordiais para gerar mais confiança nos profissionais e, logo, obter um ambiente propício à inovação.

Em paralelo, a empresa pode promover encontros, laboratórios de criatividade, comitês rotativos de inovação, palestras de temas variados. É possível recorrer, também, a mecanismos simples como troca de e-mails entre pequenos grupos corporativos contendo informações, tendências mundiais, notícias, propiciando o intercâmbio de opiniões. Isso gerará um bom histórico de informações para desenhar futuras estratégias nas quais todos devem, de alguma forma, receber crédito e reconhecimento.

Um movimento automático nesse tipo de ambiente é que muitos profissionais se sentirão motivados a buscar conhecimentos diversificados, a analisar os concorrentes e empregar isso em seu dia-a-dia. Seria ilusório dizer que todos adotarão essa postura, mas se houver um contingente qualitativo envolvido é mais que suficiente.

Contar com uma consultoria externa pode auxiliar no processo de inovação, mas ela deve estar assessorada pelos profissionais que lidam com as rotinas. E para ser mais eficiente é importante evitar omissões sobre o cenário atual. Isso poderia leva-la a um diagnóstico incorreto e seu investimento será desperdiçando.

Sem algum estimulo para a inovação, o ambiente tende a se tornar árido e logo você verá seu modelo de negócio cair em “mais do mesmo”. Fuja disso!

4 motivos para trocar suas planilhas por um SaaS

0 comments / janeiro 28, 2015

Desde que surgiu, na metade dos anos 1980, o Excel se tornou o favorito quanto se trata de utilizar planilhas tornando-se quase indispensável para muitos.. De lá para cá, veio se sofisticando de tal modo que permite a utilização de linguagens de programação complexas e, ao mesmo tempo, é bastante amigável para quem sabe apenas o básico. Mas tem suas limitações.

Programas para planilhas em geral podem comprometer a qualidade e a entrega do trabalho quando o volume de informações é grande, além de apresentar pontos de vulnerabilidade para quem está no nível “usuário” do editor. Quem é do segmento da Construção e Incorporação sabe bem do que estamos falando. Confira algumas razões para trocar suas planilhas de controle por um SaaS:

Segurança comprometida

Embora existam algumas configurações de segurança para as macros nas planilhas, elas ainda são muito específicas e deficientes para quem lida com grandes volumes de dados. E mesmo assim, elas não impedem os arquivos de serem deletados ou substituídos por engano. Outro problema é que esses documentos podem ser gravados tanto em hardware local quanto em rede, ou seja, caso haja um problema e a planilha suma, você perderá tempo, esforço e, o mais grave, informações.

Um SaaS pressupõe níveis hierárquicos de acesso, nos quais os usuários “enxergam” apenas as informações específicas às suas funções. Ele acessa os dados armazenados na nuvem e todas as alterações ficam registradas, minimizando os riscos e aumentando a rastreabilidade.

Risco de perdas e duplicidades

Por questões de integridade do documento os programas de planilhas não permitem interações simultâneas no arquivo. Quando está aberto, apenas uma pessoa conseguirá salvar as edições naquele documento e caso o profissional “esqueça” de fecha-lo, o outro editor tem a opção de gravar uma versão com outro nome, causando uma enorme confusão. Pequenos contratempos que podem causar grandes problemas e atrasar todo o planejamento.

Ao optar pelo uso de um software como serviço – SaaS, os dados ficam centralizados e há segmentações que evitam rotas de colisões – o financeiro pode realizar tarefas da sua área, enquanto o atendimento ao cliente faz seus registros – conferindo mais organização ao trabalho. E quando dois usuários tentam fazer mudanças no mesmo item? O sistema avisa para que o outro usuário aguarde e atualize as informações em breve, evitando duplicidades e outros inconvenientes.

Versão mobile limitada

Na era da mobilidade, ter um aplicativo que funcione bem é obrigatório, uma vez que as informações precisam ser acessadas de qualquer lugar. Para citar o programa mais popular, caso tente utilizar o Excel em um dispositivo móvel, sentirá um pouco desapontado. Além de não ser compatível com os sistemas operacionais Android e iOS, o Excel Web App realiza apenas edições básicas. Outros apps para planilhas também proporcionam uma experiência sofrível.

A maior parte das Empresas que fornecem SaaS entendem a importância da portabilidade e configuram seus softwares para serem utilizados em vários dispositivos móveis. A maioria das interfaces são leves e amigáveis – o que facilita o carregamento das informações e o seu uso.

Sua finalidade principal não é gerenciamento

Esse argumento se encerra nele mesmo. Ponto. Tentar gerenciar cadastros e informações mais complexas em um programa específico para planilhas abre precedente para erros e falta de organização, além de comprometer análises futuras para realizar estratégias de negócios.

Caso sua empresa esteja em pleno crescimento, contrate um serviço específico para esse fim. Investir em ferramentas que ajudem o seu negócio evoluir é primordial para a excelência da sua prestação de serviços e garantir sua produtividade.

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